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E MAIS: o tombo da Casas Bahia, a dívida recorde dos EUA e as novas regras para criptomoedas
O Ibovespa finalmente encontrou um respiro após uma longa sequência de quedas, e o alívio veio diretamente de Washington. Uma manobra do Tesouro americano para recomprar seus próprios títulos de longo prazo aliviou a pressão sobre os juros globais e deu fôlego para a bolsa brasileira.
A medida enfraqueceu o dólar e trouxe otimismo para o mercado local, mas não resolve o problema fiscal que causou a alta inicial dos juros. Será que este é o início de uma recuperação sustentável para os ativos de risco ou apenas um alívio temporário antes da próxima onda de volatilidade?
No radar da CloFin de hoje:
- O alívio do Tesouro americano para o Ibovespa
- O tombo de um FII com o calote da Casas Bahia
- A dívida recorde de US$ 40 trilhões dos EUA
- As novas regras da SEC para o mercado cripto
Depois de 11 quedas seguidas, o Ibovespa finalmente respirou. O alívio veio de Washington, com o Tesouro americano anunciando a recompra de títulos de longo prazo para aliviar a pressão nos juros globais.
Apesar do alívio, a medida não resolve os problemas fiscais americanos que causaram a alta inicial dos juros. Para o Brasil, é uma janela de oportunidade, mas a cautela continua sendo a palavra de ordem.
A Casas Bahia entrou com um pedido de recuperação judicial e, na sequência, deixou de pagar o aluguel ao fundo HSI Logística (HSLG11). A notícia fez a cota do FII despencar na bolsa.
O caso expõe o risco da alta concentração em um único inquilino, mesmo que ele seja uma gigante do varejo. Para o investidor, a lição é que a diversificação não é apenas uma sugestão, mas uma necessidade.
A dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou a marca de US$ 40 trilhões pela primeira vez na história, um marco confirmado pelo Departamento do Tesouro americano.
Esse número recorde não é apenas simbólico; ele coloca pressão sobre os juros globais e a estabilidade do dólar. Para o investidor, isso se traduz em maior volatilidade e na necessidade de recalibrar a exposição ao risco.
A SEC, xerife do mercado americano, colocou na mesa um novo conjunto de regras para as criptomoedas. A proposta busca isentar certas ofertas das leis de valores mobiliários, trazendo mais clareza para o setor.
Para o investidor, a medida reduz a incerteza regulatória que afastava capital do setor cripto nos EUA. Na prática, um ambiente com regras mais claras pode destravar inovação e atrair mais projetos para o país.
JP Morgan projeta que o Nubank pode superar o lucro de varejo do Itaú Unibanco ainda em 2026.
Citi alerta que a piora na inadimplência dos consumidores está longe de terminar, sinalizando mais provisões para os bancos.
TIM aprovou um novo programa de recompra de até R$ 1 bilhão em ações, citando que os papéis são negociados abaixo do seu valor intrínseco.
Banco do Brasil aprovou o pagamento de R$ 197 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalentes a R$ 0,0345 por ação.
